Mostrando postagens com marcador Emergencias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Emergencias. Mostrar todas as postagens
06 novembro 2016
19 junho 2016
07 outubro 2015
15 julho 2014
09 julho 2013
08 julho 2013
Kit de emergencia ou Spill Kit ou Kit SOPEP
A norma que rege o Spill Kit, Kit SOPEP - Shipboard Oil Pollution Emergency Plan ou SMPEP- Shipboard Marine Pollution Emergency Plan, e a MARPOL 73/78 - Edição de 2002 - Anexo I Regulation 26.
Os SPILL KITS são guardados em locais estratégicos e de fácil acesso ao local de uso. Os kits para Vazamentos SPILL KITS são muito utilizados em áreas industriais, marinas, embarcações, portos marítimos, postos de serviços, caminhões, prensas hidráulicas, compressores, geradores de energia, máquinas operatrizes, laboratórios, etc., de forma a conter emergencialmente o espalhamento e a dispersão de qualquer líquido contaminante.
Os Kits de emergência ambiental são configurados conforme o cenário provável de vazamento, contendo os absorvedores em formatos de barreiras, mantas, almofadas e rolos, embalados em contentores com tampa roscável e alças. Pode ver anexo que a norma para o KIT SOPEP nao tem um kit determinado, pois depende das caracteristicas.
Um kit pronto em media custa RS 1.200,00.
O conteudo do kit que nos atende na maioria dos casos esta sugerido abaixo.
Sugestao de KIT.
- Recipiente plastico (tonel)
- 50 mantas absorventes;
- 16 travesseiros absorventes;
- 08 cordoes;
- 1,2 kg de fibras absorventes
- Jogo de batoques (pedacos de madeira cortados em varias formas para estanqueidade de recipientes);
- Marreta de borracha (borracha para evitar criacao de fagulha, tem a finalidade de cravar os batoques nos locais de vazamento se recipiente);
- Vestimenta de protecao (evitar contato acidental com o produto, pode ser o tyvek ou vestimenta impermeavel a depender das caracteristicas do produto no deposito);
- Mascara semi-facial (a depender do produto a que ter disponivel mascara coim filtro especial);
- Par de luva nitrilica (protecao dos empregados ao contato com o produto, a depender do produto devera estar disponivel luva especial);
- Oculos de protecao (ampla visao para protecao dos olhos contra o contato acidental com o produto manuseado);
- Pa de plastico (recolher o material, plastico para evitar geracao de fagulhas pelo atrito);
- Vassoura (verredura do material);
- Sacos para recolhimento, transporte e descarte do material)
27 janeiro 2013
Acidente no Clube Kiss em Santa Maria - RS
Nesse acidente em Santa Maria no Clube Kiss, a principal causa da morte de acordo com especialistas foi a fumaça e a dificuldade de evacuar desse, a planta baixa do local mostra que só dispunha de uma saída e que uma muitas pessoas correram para o banheiro achando que tinha outra saída (o banheiro estava próximo ao palco e mais distante da unica saida)
Muitos acidente históricos no Brasil mancharam a história.
- 15 de dezembro de 1961, 503 pessoas morreram, 3.000 pessoas assitiam aos Shows do picadeito, isso foi efeito da acao de um ex funciinário que discutiu com o dono do circo ateando gasolina.
- 24 de fevereiro de 1972, causa desconhecida, 188 mortos, 340 feridos no incendio do edificio Joelma;
Estabelecimentos comerciais e fechados requerem que regras de segurança sejam rigorosas porque recebem uma grande quantidade de pessoas, um local fechado com muitas pessoas acarreta grandes problemas de evacuação se não conseguir cumprir com regras de prevenção e mitigação.
Regras para Estabelecimentos (casas de shows):
- Alvará de Funcionamento;
- Vistoria Aprovada do Corpo de Bombeiros (Habite-se);
- Materiais de construção mais seguros, incombustivel e atóxicos;
- Profissionais/empregados (barmans, seguranças, staff) devem ser treinados em primeiros socorros, combate a incendio e evacuação;
- Sistema de sprinklers;
- Determinação de quantitativo de pessoas por metro quadrado;
- Iluminação de Emergencia;
- Shows Pirotécnicos só podem ser feitos em ambientes abertos com uma avaliação de risco propondo medidas de prevenção e mitigação;
Medidas de Mitigação no caso de evacuação:
- Alvará de Funcionamento;
- Vistoria Aprovada do Corpo de Bombeiros (Habite-se);
- Materiais de construção mais seguros, incombustivel e atóxicos;
- Profissionais/empregados (barmans, seguranças, staff) devem ser treinados em primeiros socorros, combate a incendio e evacuação;
- Sistema de sprinklers;
- Determinação de quantitativo de pessoas por metro quadrado;
- Iluminação de Emergencia;
- Extintores de Incendio (CO2, Pó Químico, Agua Pressurizada):
- Sistema de Hidrantes se o estabelecimento tiver mais de 750m²;
- Sistema de Hidrantes se o estabelecimento tiver mais de 750m²;
- Portas de saida no caso de emergencias em numero suficiente e dispostas de modo que aquele que estiverem naquele local possam sair com segurança, no minimo duas que devem estar sinalizadas com rota de acesso e aberta no menos esforço;
- Shows Pirotécnicos só podem ser feitos em ambientes abertos com uma avaliação de risco propondo medidas de prevenção e mitigação;
Medidas de Mitigação no caso de evacuação:
Incendio em lugares fechados:
- Cuidados com os obstaculos;
- Abaixa-se para proporcionar maior visibilidade e respirar melhor, a fumaça se concentra no lugar mais alto;
- Se a quantidade de fumaça for baixa pode sair do local de pé por ser mais rapido a saida;
Informações sobre o funcionamento do sistema respiratorio
Informações sobre o funcionamento do sistema respiratorio
19 janeiro 2013
Análise de Riscos para um Plano de Emergencias
A amplitude, profundidade e o tempo que levará para completar a análise de riscos também dependerá de vários fatores, entre os quais estão os seguintes:
a) Tipo de empresa, seu tamanho e localização
b) Geografia da região e topografia do terreno
c) Recursos, fornecedores, subcontratados, pessoal de apoio
d) Inventário de bens e valores
e) Histórico de desastres na área
f) Histórico de incidentes de ameaças, emergências e interrupções de atividades
g) Histórico de resposta dos serviços de emergência da área
h) Histórico de incidentes de segurança
i) Histórico interno de respostas de emergências e recuperação
j) Proximidade de avenidas, aeroportos, portos, sistemas de distribuição de energia elétrica, mananciais, etc.
k) Rotas de entrada e saída da empresa
l) Canais e rotas de distribuição
m) Funções críticas da empresa
Simulados de Emergências - Escolhendo os Exercícios
a) O cenário da emergência ou evento catastrófico
b) O alcance do exercício
c) Os objetivos do exercício
d) As expectativas
e) A parte específica do plano que se quer testar
f) Os critérios de medição
Existem vários tipos de exercícios. O selecionado tem que estar em harmonia com as políticas da empresa e os objetivos dos coordenadores do exercício. A seguir mencionamos
alguns dos mais utilizados.
Resposta de Emergência - Consiste em praticar os passos que devem ser seguidos imediatamente depois da notificação de uma emergência ou evento catastrófico. O exercício não deve interferir com as operações normais da empresa. O objetivo principal é avaliar o conhecimento que têm os empregados do plano de emergência em áreas importantes, tais como, identificação do tipo de emergência, procedimentos de evacuação, local de reunião e contagem de empregados, ativação do centro de comando, avaliação de danos, procedimento de notificação,etc.
Tático - Este é o método menos complexo e consiste em uma sessão de treinamento para praticar as tarefas individuais dos diversos grupos de trabalho. Devem participar os coordenadores das equipes, seus substitutos e o pessoal chave. O estilo da sessão deve ser o “participativo” e o objetivo principal é verificar que o plano não tenha erros nem omissões e que contenha a documentação necessária para o estabelecimento de um programa de manutenção. Dependendo do propósito do exercício, o cenário pode ser conhecido antes da sessão, de forma que os participantes tenham a oportunidade para revisar suas tarefas.
Simulações - é um método excelente para testar a parte operacional do plano. O exercício consiste de um cenário de emergência ou desastre que pode ser anunciado previamente ou ser uma surpresa para os participantes. Igual aos exercícios anteriores, as operações da empresa não devem ser interrompidas e por isso, às vezes, é mais conveniente fazer a simulação durante o fim de semana. Os participantes se apresentam no Centro Para a Administração de Emergências e Comunicações e recebem o exercício e as instruções do mesmo. Dai em diante, administrarão a “situação de emergência” e restabelecerão as operações da empresa aos mesmos níveis de serviço especificados no plano de emergência. A missão deve ser completada dentro do tempo estabelecido no exercício e utilizando os procedimentos e ferramentas oferecidos por seus coordenadores. O número de coordenadores dependerá do tamanho e complexidade da empresa e do número de empregados. Para que seja efetivo é usado o conceito de “tempo comprimido(ou reduzido)” e “tempo acelerado” onde uma hora de exercício eqüivale a 48 ou 72 horas de atividade. Ao final da simulação serão avaliados os resultados e feitas as mudanças correspondentes ao plano de emergência.
Operacional - Neste tipo de exercício seleciona-se uma área específica da empresa ou organização para praticar o plano de emergência. Consiste em transferir o pessoal daquela área para o lugar alternativo de operações e de lá conduzir o exercício. É muito efetivo para provar os sistemas de processamento eletrônico de dados, redes informáticas e telecomunicações, já que dele participa uma equipe escolhida de empregados e se testam apenas algumas das aplicações dos sistemas de backup.
Simulados ao vivo - Este exercício é o mais complicado e requer uma preparação cuidadosa e detalhada posto que dele participam serviços e organizações de fora da empresa. São avaliadas as respostas dos bombeiros, da polícia, unidades de resgate/salvamento e emergências médicas, dos hospitais, das equipes de proteção ambiental, etc. São validadas, também, tarefas, procedimentos, coordenação e a tomada de decisões. Embora a alta administração sempre deva ser informada dos exercícios que serão levados a cabo na empresa, no caso dos simulados ao vivo, é especialmente importante que estes o aprovem e dele participem. Assim se evitará problemas e a possibilidade da ocorrência de uma emergência real.
A decisão de anunciar ou não um exercício dependerá dos objetivos do mesmo. Se o que se quer é apresentar à empresa ou organização o processo e estabelecer parâmetros de rendimento (desempenho) para as fases de reassunção, recuperação e restauração, eles devem ser anunciados aos empregados. Se o objetivo é medir o nível de disposição da empresa para responder a uma emergência ou evento catastrófico, então deve-se optar por não anunciá-lo. Tanto em um como outro, os empregados devem saber que o programa de manutenção é política da empresa e que, em algum momento, o plano de emergência será praticado.
Os cenários de emergências e desastres devem ser desenvolvidos levando-se em conta os objetivos do exercício. Os seguintes são exemplos que podem ser usados para desenvolver o cenário de um exercício:
a) Desastres naturais
b) Desastres provocados
c) Desastres tecnológicos
d) Perda total ou parcial das instalações
e) Pane elétrica
f) Destruição ou danos severos em equipamentos e maquinaria crítica
g) Greves e conflitos trabalhistas
h) Conflitos políticos e/ou militares
i) Desastres naturais e/ou provocados em locais de onde vêm materiais e provisões
O coordenador ou coordenadores do exercício prepararão um relatório escrito à alta administração avaliando o exercício e informando os resultados. Eles incluirão o alcance do exercício, objetivos, o número de participantes e duração.
Fonte: Manual de Emergência e Planejamento (Guzmán, Aurea V. e Neves, José Tarcisio de Carvalho)
Assinar:
Postagens (Atom)


