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19 junho 2016
28 março 2016
11 janeiro 2016
Kit de primeiros socorros para empresas
Muitos colegas de trabalho tem dúvidas quanto aos itens que devem estar presentes em um kit de primeiros socorros.Pesquisando encontrei uma NBR da ABNT, a NBR-14277-2005 - Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndioO texto abaixo com os seus itens foram extraídos na íntegra da NBR citada acima, vale destacar que nesses itens você não vai ver discriminação de qualquer tipo de medicação, vários empregados me questionam porque no kit de primeiros socorros não tem aspirina, dorflex ou até remédios para envoos quando embarcado, acontece que medicamentos devem ser administrados por profissionais de saúde, para tanto, esses medicamento devem estar disponíveis em um ambulatorio sob responsabilidade de um profissional da área de saúde como médico do trabalho, enferemeiros ou equivalente.
NBR da ABNT, a NBR-14277-2005 - Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio:
Kit de primeiros socorros: Kit contendo no mínimo os seguintes itens:
― 100 unidades de compressas de gaze 8 dobras (7,5 cm x 7,5 cm);
― 5 unidades de compressas de gaze esterilizadas (10 cm x 15 cm);
― 10 unidades de ataduras de crepe (20 cm de largura);
― 5 unidades de plástico protetor de queimaduras e eviscerações (1 m x 1 m), esterilizado;
― 4 frascos de soro fisiológico de 250 mL;
― 1 unidade de fita adesiva (crepe);
― 3 unidades de talas moldáveis grandes (86 cm x 10 cm x 2 cm);
― 3 unidades de talas moldáveis médias (63 cm x 9 cm x 2 cm);
― 3 unidades de talas moldáveis pequenas (30 cm x 8 cm x 2 cm);
― 1 prancha longa de madeira ou de similar resistência (190 cm x 45 cm);
― 5 unidades de bandagens triangulares (142 cm x 100 cm x 100 cm);
― 1 ressuscitador manual (ambu) ou máscara de ressuscitação para ventilação artificial;
― 1 colar cervical de cada tamanho padronizado: grande, médio e pequeno;
― 1 tesoura de ponta romba;
― equipamento de proteção individual (EPI) do socorrista: óculos de segurança, máscara semifacial e
luvas de procedimento.
15 maio 2015
Tipos de Fratura
Para que possamos definir os tipos de fraturas, primeiramente vamos verificar o que significa o termo fratura, que é a quebra ou ruptura dos ossos, causada por um impacto de intensidade variável. Os ossos embora muito resistentes, tem naturalmente uma capacidade de deformação para que possam absorver impactos, voltando à sua forma original, quando o agente causador se dissipar.

Tíbia e fíbula fraturadas (ossos da canela), após cirurgia para inserção de placa e parafusos. Foto: Puwadol Jaturawutthichai / Shutterstock.com
No entanto,cada tipo de acidente poderá trazer aos ossos um tipo de resultado de maior ou menor dano. Como por exemplo: em acidentes menores poderá não haver a “fratura”, mas apenas uma “trinca”, ou os ossos podem despedaçar-se em impactos maiores, podendo chegar ao grau de fraturas de maior intensidade, como “as expostas”, perigosas pelo fato de que se não tratadas adequadamente e rapidamente poderão levar à uma infecção.
O que caracteriza uma fratura?
1) Incapacidade total ou parcial de movimentos
2) Dificuldade e dor aos movimentos
3) Observação de inchaço na área atingida
4) Posição anormal do membro atingido
5) Traumatismos
2) Dificuldade e dor aos movimentos
3) Observação de inchaço na área atingida
4) Posição anormal do membro atingido
5) Traumatismos
Classificação das fraturas
Podem ser classificadas da seguinte forma:
1) de acordo com a direção da linha da fratura
2) conforme a localização anatômica
3) de acordo com a forma linear ou cominutiva
2) conforme a localização anatômica
3) de acordo com a forma linear ou cominutiva
Quanto ao tipo, podem ser:
1) Múltiplas
2) Por encurtamento e torção
3) Completa e incompleta (quando a estrutura óssea é lesionada na sua totalidade ou apenas em parte).
4) De impacto, oblíquas, epifisárias, penetrantes
5) Por fadiga (stress, comum em atletas)
6) Fechadas ou abertas (Não expostas ou expostas)
2) Por encurtamento e torção
3) Completa e incompleta (quando a estrutura óssea é lesionada na sua totalidade ou apenas em parte).
4) De impacto, oblíquas, epifisárias, penetrantes
5) Por fadiga (stress, comum em atletas)
6) Fechadas ou abertas (Não expostas ou expostas)
Chamamos de fraturas “expostas ou abertas”, quando rompem-se a pele e tecidos expondo o osso ao ambiente exterior. E são denominadas “fechadas ou não expostas” quando sente-se que o osso está apenas “desnivelado” mas não rompeu a pele.
Existem ainda os tipos de fraturas por fadiga ou esforço, quando o indivíduo submete-se à esforços além de sua capacidade, fatigando a estrutura óssea podendo assim ocorrer o rompimento. E as fraturas ditas patológicas, causadas por patologias pré-existentes, as quais poderão enfraquecer um osso que teria condições normais.
Tratamento
Inicialmente cabe aqui dizer, que o sucesso do tratamento em casos de fraturas independente do tipo dependerá de forma intensificada da colaboração do acidentado. Serão necessários exames radiográficos combinados com a avaliação médica, para confirmar-se uma fratura,e classificar-se o tipo, recomendando-se em seguida o imediato tratamento.
Para cada caso, existem soluções e métodos diferentes, tais como: Braces, Fixação externa, Tração, Imobilização gessada, etc. Muito importante lembrar que fatores como localização, gravidade, tipo de fratura, condições físicas do acidentado e avaliação conjunta entre médico e paciente, farão com que se busque a melhor opção de tratamento e conseqüentemente um melhor restabelecimento da saúde.
Fontes
- “Fraturas na Clavícula e Primeiros Socorros”
Maria de Fátima, Vanessa, Correia,M., Cadille,P.,Magalhães,E.
Orientador: Prof. Filho, J.R.Blair
Maria de Fátima, Vanessa, Correia,M., Cadille,P.,Magalhães,E.
Orientador: Prof. Filho, J.R.Blair
- “Fratura por estresse em atletas”: revisão de literatura
Brasil, Luciano M.
Brasil, Luciano M.
01 junho 2014
Primeiro Socorros para leigos
Excelente video com noções de primeiros socorros, digo noções porque o curso de primeiros socorros deve ser feito com práticas pelos participantes.
04 outubro 2013
04 outubro 2012
26 julho 2012
Intoxicação e Queimaduras com Substâncias Químicas
As intoxicações produzem-se ao ingerir alimentos em mau estado, cogumelos e plantas venenosas, mas também por medicamentos e álcool em excesso. As queimaduras químicas internas podem ser produzidas pela ingestão de lixívia e ácidos. O risco mais frequente vem dos produtos de limpeza da casa, como o desinfectante da casa de banho e o detergente da loiça.
Sintomas típico de Intoxicação ou Queimaduras
· Mal-estar, vómitos
· Diarreia
· Dor de barriga espasmódica e repentina
· Dores no ventre, enjoos
· Pulso acelerado ou lento
· Perda ligeira ou total da consciência
· Problemas respiratórios até à paragem respiratória
Primeiros socorros acidentes substâncias tóxicas
Quando tiver lugar um acidente produzido por substâncias tóxicas, pense primeiro em proteger-se. Use luvas de protecção para que as substâncias tóxicas não o afectem.
Telefone para os serviços de urgência.
No serviço de informação toxicológica pode informar-se das medidas urgentes que devem ser aplicadas. Assegure a respiração e a função cardíaca regular até que chegue o médico. Se o acidentado estiver inconsciente, coloque-o na posição de lado estável.
Se a substância tóxica foi ingerida, e não se tratar de uma substância corrosiva e se o acidentado estiver consciente, induza-lhe o vómito, dando-lhe a beber meio litro de
O telefone das urgências toxicológicas, o Centro de Informação Antivenenos do INEM atende 24 horas por dia. Anote o número e tenha-o à mão na farmácia em casa.
O que fazer em caso de Queimadura substâncias Quimicas
Agua morna ou de sumo (não administrar água salgada a crianças: podem sofrer uma intoxicação devido ao sal) ou introduza os dedos no fundo da cavidade bucal.
Se o afectado estiver consciente e não se tratar de uma queimadura interna por substância química, não deve administrar-lhe medicamentos após ter vomitado sem consultar previamente o Centro de Informação Antivenenos.
A ter em conta em caso de queimaduras por substâncias químicas
Em caso algum se deve induzir o vómito, pois as substâncias corrosivas podem produzir novas queimaduras ao atravessar o esófago.
Em caso de queimaduras por substâncias químicas, deve lavar-se a fundo a cavidade bucofaríngea. Se o afectado estiver consciente e as substâncias corrosivas tiverem alcançado o esófago ou o estômago, faça-o beber água (fria) em abundância para diminuir o grau de concentração.
Para um tratamento rápido em caso de intoxicação, deve-se conhecer a causa da intoxicação ou da queimadura por substância química, para se fazer uma análise. Uma vez estabilizado o estado do paciente, deve-se guardar os restos de comida, os comprimidos e os copos relacionados com o acidente.
22 março 2012
Guia básico de primeiros socorros em crianças
Engasgos, queimaduras, fraturas ou cortes: saiba como agir em situações de emergência
Mesmo vigiadas de perto, crianças podem surpreender e, em questão de segundos, se envolver em alguma situação de risco. Cortes, quedas, engasgos e queimaduras são alguns exemplos. Você saberia como prestar os primeiros socorros para uma criança?
“Prestar os primeiros socorros é muito diferente de medicar. Estamos falando apenas da primeira assistência a quem está precisando. O próximo passo é procurar um hospital para se certificar que está tudo bem”, resume Kátia dos Santos Narciso, enfermeira docente do curso de Enfermagem e de Primeiros Socorros em Crianças da filial de São Paulo da Cruz Vermelha Brasileira.
Confira orientações com os procedimentos mais adequados em algumas situações de emergência comuns.
>>> Engasgo
O que fazer: A técnica indicada para crianças de até sete anos é a da tapotagem, que consiste em inclinar o corpo da criança para frente e com as mãos em concha bater nas costas até que o objeto seja expelido pela boca. A orientação é da professora titular de primeiros socorros da Faculdade de Educação Física UNI-FMU e autora do livro “Turminha dos Primeiros Socorros” (Editora Phorte), Flavia Maria Serra Ghiroto.
Depois dessa idade, pode-se aplicar a manobra de Heimlich, também conhecida como compressão abdominal. Essa técnica é parecida com abraçar uma pessoa pelas costas e fazer compressão com a mão para dentro e para cima ao mesmo tempo.
Depois dessa idade, pode-se aplicar a manobra de Heimlich, também conhecida como compressão abdominal. Essa técnica é parecida com abraçar uma pessoa pelas costas e fazer compressão com a mão para dentro e para cima ao mesmo tempo.
“Antes dos sete anos a manobra de Heimlich não é a primeira indicação porque é mais agressiva. Se a pessoa que a fizer não souber aplicá-la corretamente poderá comprometer as costelas da criança”, afirma Flavia.
O que NÃO fazer: A professora lembra que o reflexo imediato de muitas mães de tentar tirar o que estiver obstruindo as vias respiratórias colocando o dedo na garganta da criança não é indicado se o objeto não estiver visível e com fácil acesso. Isso pode fazer com que o problema se agrave.
>>> Queimadura
O que NÃO fazer: A professora lembra que o reflexo imediato de muitas mães de tentar tirar o que estiver obstruindo as vias respiratórias colocando o dedo na garganta da criança não é indicado se o objeto não estiver visível e com fácil acesso. Isso pode fazer com que o problema se agrave.
>>> Queimadura
O que fazer: Queimaduras por líquido quente são bastante comuns em crianças. O mais indicado, se for uma queimadura leve, é colocar a parte do corpo queimada debaixo de água corrente por 15 minutos.
“Se a queimadura for muito grave e a pessoa não estiver respirando, tem que fazer respiração boca a boca. Nesse caso, chame o resgate imediatamente”, recomenda a enfermeira Kátia.
“Se a queimadura for muito grave e a pessoa não estiver respirando, tem que fazer respiração boca a boca. Nesse caso, chame o resgate imediatamente”, recomenda a enfermeira Kátia.
O que NÃO fazer: Ao contrário do que muitos acreditam, não é indicado passar pasta de dente ou colocar pó de café.
>>> Intoxicação
O que fazer: O melhor a se fazer é levar a criança até um hospital. Se possível, leve junto a embalagem do produto ingerido para que os médicos possam recomendar procedimentos mais eficazes.
O que NÃO fazer: “Uma coisa que muitos fazem equivocadamente é dar leite para cortar o efeito. Está errado. Da mesma forma, induzir a criança ao vômito também não pode”, afirma Kátia.
>>> Fratura e torção
>>> Fratura e torção
O que fazer: A única maneira de ter certeza se houve ou não fratura, quando ela não é visível, é através da radiografia. A indicação inicial é colocar gelo no local, observar o inchaço e verificar se tem hematoma.
Se o inchaço persistir e tiver muito hematoma, é muito provável que tenha ocorrido algum tipo de comprometimento ósseo. “Além de diminuir o inchaço, o gelo tem um fator analgésico que é benéfico para acalmar a dor. Se a dor persistir, procure um hospital”, recomenda Flavia Maria Serra Ghiroto.
>>> Queda
O que fazer: Se bater a cabeça, a criança deve ser avaliada por um médico. Os pais precisam ficar atentos a vômitos e ao estado da criança. Se ela estiver amuada, confusa ou não dormir direito, o melhor a se fazer é levá-la ao hospital assim que possível.
O que NÃO fazer: Kátia explica que não deixar a criança dormir se ela bater a cabeça é um mito. “Isso foi criado porque pensavam que ela poderia entrar em coma. Mas uma pessoa dormindo, com respiração e batimentos cardíacos normais, é diferente de quem está em processo de perda de consciência”.
>>> Corte
O que fazer: “O local deve ser lavado com água e sabão. Depois, faça uma compressão com gazes ou um pano limpo para tentar parar o sangramento”, ensina Ariovaldo Lopes, pediatra do Hospital Infantil Sabará.
Se o corte não for claramente superficial, o indicado é procurar um hospital para avaliar a necessidade de dar ponto. “Deixar para suturar depois pode inviabilizar o procedimento, porque em poucas horas o risco de infecção aumenta e a sutura deixa de ser recomendada”, explica Kátia dos Santos Narciso, enfermeira docente do curso de Enfermagem e de Primeiros Socorros em Crianças da filial de São Paulo da Cruz Vermelha Brasileira.
>>> Afogamento
>>> Afogamento
O que fazer: Nestes casos, o primeiro passo é checar se a pessoa está respirando. Se não estiver, deve-se iniciar um procedimento conhecido como Reanimação Cardiopulmonar (RCP). Essa técnica é complexa e o ideal seria aprendê-la através de um treinamento específico.
“Se ninguém souber e não houver tempo de chamar socorro, a respiração boca a boca é mais simples: ventila-se duas vezes dentro da boca da vítima, mantendo as narinas fechadas”, recomenda Kátia.
>>> Transporte da vítima
O que fazer: Chamar a ambulância. Transportar uma pessoa que tenha passado por algum tipo de trauma é contraindicado. “Em casos de fratura, por exemplo, o transporte deverá ser realizado com o membro fraturado sobre uma superfície plana. Em casos de suspeita de trauma na coluna, deve-se evitar manipulações e solicitar remoção por uma ambulância”, ensina Ariovaldo.
“É um risco fazer o transporte por conta própria”, ressalta Kátia. Só o transporte feito por profissionais treinados vai garantir a estabilidade da vítima.
Fonte: www.ig.com.br
Fonte: www.ig.com.br
19 outubro 2011
Kit de primeiros socorros
Bolsa Compacta de Resgate
- 1 Talas de Imobilização tamanho S, P, M e G
- 1 Colar Cervical tam. M
- 1 Tesoura multiuso
- 1 Tesoura multiuso
- 1 Rolo de Esparadrapo de 5cm x 4,5m
- 3 Rolos de Atadura de Crepe de 15cm x 3m
- 2 Bandagens Triangulares de 1 x 1m
- 1 Máscara de Salvamento Descartável
- 5 Pacotes de Gaze Estéril 7,5 x 7,5cm
(pacote com 5 unidades)
- 1 Cobertor Térmico de 2,1 x 1,4m
- 1 Protetor de Queimaduras e Eviscerações
- 4 Pares de Luvas de Procedimento Descartáveis
- 1 Bolsa para Acondicionamento do Material
- 1 Porta-instrumentos
- 1 Óculos de proteção
- 1 Óculos de proteção
Pochete Socorrista
- 2 Rolos de Atadura Crepe 10cm x 3m
- 1 Bandagem Triangular de 1 x 1m
- 1 Conj. de Talas p/ Dedo 10 x 2cm e 15 x 2cm
- 1 Rolo de Esparadrapo 2,5 x 0,90m
- 1 Tesoura multiuso
- 3 Pacotes de Gaze Estéril 7,5 x 7,5cm
(pacote com 5 unidades)
- 3 Pares de Luvas de Procedimento Descartáveis
- 1 Máscara de Salvamento Descartável
- 1 Cobertor Térmico
- 1 Protetor de Queimaduras e Eviscerações
- 1 Pochete para Acondicionamento do Material
08 dezembro 2009
Nova recomendação para parada cardíaca
Vamos nos atualizar e não dar vexame quando fazer uma orientação relacionada a primeiros socorros.
Em uma situação de emergência, ao invés da respiração boca a boca, uma orientação mundial - que entra em vigor no ano que vem (2010) - recomenda que a massagem cardíaca seja priorizada.
Fonte: Jornal Nacional 04/11/2009
Em uma situação de emergência, ao invés da respiração boca a boca, uma orientação mundial - que entra em vigor no ano que vem (2010) - recomenda que a massagem cardíaca seja priorizada.
Fonte: Jornal Nacional 04/11/2009
30 agosto 2009
Animais Peçonhentos
Muitos procedimentos, embora não recomendados, são, ainda, amplamente empregados como medidas visando retardar a absorção do veneno em acidentes com animais peçonhentos. Boa parte deles pode, na verdade, contribuir para a ocorrência de complicações no local da picada. Veja, abaixo, quais as medidas seguras para acidentes deste tipo.Primeiros socorros em caso de acidentes:

1 - Não amarre o membro acometido. O torniquete, ou garrote, dificulta a circulação do sangue, podendo produzir necrose ou gangrena e não impede que o veneno seja absorvido.

2 - Não corte o local da picada. Alguns venenos podem, inclusive, provocar hemorragias e o corte aumentará a perda de sangue.

3 - Não chupar o local da picada. Não se consegue retirar o veneno do organismo após a inoculação. A sucção pode piorar as condições do local atingido.

4 - Lavar o local da picada somente com água e sabão. Não colocar substâncias no local da picada, como folhas, querosene e pó de café, pois elas não impedem que o veneno seja absorvido. Pelo contrário, podem provocar infecção.

5 - Evitar que o acidentado beba querosene, álcool ou outras bebidas. Além de não neutralizarem a ação do veneno, podem causar intoxicações.

6 - Mantenha o acidentado em repouso. Se a picada tiver ocorrido em pé ou perna, procure manter a parte atingida em posição horizontal, evitando que o acidentado ande ou corra.

7 - Levar o acidentado o mais rapidamente possível a um serviço de saúde

3 - Não chupar o local da picada. Não se consegue retirar o veneno do organismo após a inoculação. A sucção pode piorar as condições do local atingido.

4 - Lavar o local da picada somente com água e sabão. Não colocar substâncias no local da picada, como folhas, querosene e pó de café, pois elas não impedem que o veneno seja absorvido. Pelo contrário, podem provocar infecção.

5 - Evitar que o acidentado beba querosene, álcool ou outras bebidas. Além de não neutralizarem a ação do veneno, podem causar intoxicações.

6 - Mantenha o acidentado em repouso. Se a picada tiver ocorrido em pé ou perna, procure manter a parte atingida em posição horizontal, evitando que o acidentado ande ou corra.

7 - Levar o acidentado o mais rapidamente possível a um serviço de saúde
Atenção
É difícil estabelecer um prazo para o atendimento adequado, porém, o tempo decorrido entre o acidente e o tratamento é um dos principais fatores para o prognóstico. Os soros antipeçonhentos são produzidos no Brasil pelo Instituto Butantan (São Paulo), Fundação Ezequiel Dias (Minas Gerais) e Instituto Vital Brazil (Rio de Janeiro). Toda a produção é comprada pelo Ministério da Saúde que distribui para todo o país, por meio das Secretarias de Estado de Saúde.05 julho 2009
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