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05 junho 2016

Edição # 2 – Estudo alerta para a violência contra trabalhador que adoece pelo trabalho

Na edição desta semana, Daniela Sanches Tavares e Cristiane Queiroz, pesquisadoras da Fundacentro, falam sobre um estudo inédito da entidade que aborda o adoecimento pelo trabalho e suas relações com a violência e o assédio moral. Confira!

Clique no link abaixo para ouvir a matéria


http://www.podprevenir.com.br/?powerpress_pinw=937-podcast

Edição # 1 – Depressão ameaça a saúde dos trabalhadores

O PODPREVENIR traz nesta edição de lançamento um tema que vem preocupando o mundo do trabalho: a depressão, já considerada o mal do século 21. A psiquiatra e especialista em saúde pública, doutora Edith Seligmann, explica como os ambientes de trabalho têm contribuído para o desenvolvimento da doença. Confira!

Clique no link abaixo para ouvir a matéria

09 fevereiro 2016

Campanha Zika Zero - Governo Federal

Todos nós que trabalhamos na área de prevenção de acidentes e prevenção de doenças estamos mobilizados em ações de combate a Dengue, Chikungunya e Zika durante todo ano, nessa época do ano, as ações são ainda mais intensas devido ao periodo de chuva em todo o país. Ajudando de uma forma mais social, estou disponibilizando um link para download para todos os nossos colegas e para demais interessados, o link para download está composto de uma série de materiais para ajudar na luta contra o mosquito, todo material anexo foi disponibilizado pelo governo federal e está disponível para qualquer um.









11 março 2015

Trabalhadores de turnos - Dez dicas para melhorar a qualidade do sono

O sono é uma função imprescindível do nosso organismo para manutenção da saúde do corpo e da mente. Enquanto dormimos, nosso corpo realiza funções extremamente importantes, como secreção e liberação de hormônios, fortalecimento do sistema imunológico e consolidação da memória.
De acordo com a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi, um sono de qualidade depende de hábitos e comportamentos saudáveis. No entanto, a correria do dia-a-dia acaba comprometendo as noites de descanso e o desempenho das funções essenciais ao organismo.
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“Quando há interrupção ou incompletude de qualquer fase do sono, tem-se um sono de má qualidade, o que em longo prazo pode prejudicar o equilíbrio do organismo e a saúde”, explica.
Medidas simples, no entanto, podem fazer com que você chegue mais próximo do sono perfeito. Confira dez dicas da consultora para levantar revigorado.

Estabeleça uma rotina
Ter um horário regular para dormir e acordar auxilia na manutenção regular do sono.
Não veja TV na camaIsso vai fazer com o corpo esqueça que a cama é feita para dormir, o que pode causar insônia.
Mantenha uma iluminação corretaDeixe o ambiente bem escuro. A claridade interfere na produção da melatonina, hormônio do sono.
Use o travesseiro de maneira corretaEle deve deixar o pescoço alinhado com a coluna, preenchendo o espaço entre a cabeça e o colchão.
Faça refeições leves
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Coma alimentos leves até três horas antes de dormir, para que o processo de digestão não esteja a todo vapor na hora do descanso.
Tempo de sonoO período de descanso varia de pessoa para pessoa e pode ir de 6h a 10h. Mas a média ideal é mesmo a de 8h de sono.
Fuja do barulho
Para que haja descanso do corpo e da mente, é necessário silêncio e concentração.
Deite na posição lateralÉ a mais indicada por médicos e fisioterapeutas. Use dois travesseiros: um mais alto na cabeça e outro entre os joelhos.
Evite exercícios na hora de dormirA atividade física melhora o padrão do sono, mas deve ser praticada pelo menos três horas antes de ir para a cama.
Não tome bebidas estimulantes
Café

Café antes de dormir só atrapalha o sono, assim como o álcool que em excesso, e pode provocar roncos.
(Por Lilian Rossetti

05 dezembro 2014

Novas regras de proteção aos trabalhadores expostos ao fumo


Beto Soares | Estúdio Boom
Data: 04/12/2014 / Fonte: Agência Saúde
Brasília/DF - Os estabelecimentos comerciais destinados especificamente à comercialização de produtos fumígenos e os ambientes fechados onde o fumo será permitido - tabacarias, locais de pesquisas e sets de filmagens - precisarão se adequar para atender às regras da Lei Antifumo, em vigor desde a última quarta-feira (3/12).

A medida tem como objetivo garantir a proteção à saúde dos trabalhadores expostos ao fumo. Esses locais deverão possuir uma área exclusiva para o consumo, com sistema de ventilação por exaustão capaz de reduzir o acúmulo de emissões de fumaça no seu interior e evitar a contaminação dos demais ambientes. Nesses ambientes, não será permitida a venda e fornecimento de alimentos e bebidas. Os fumantes, no entanto, poderão levar para o interior do local o que forem consumir.

Confira a apresentação do ministro.

O sistema de ventilação deverá ser mantido em operação após a desocupação e desativação da área exclusiva, sendo desligado automaticamente, para exaurir os resíduos e odores que podem permanecer no ambiente fechado. Os revestimentos, pisos, tetos e bancadas dessas áreas deverão ser resistentes ao uso de desinfetantes, com o menor número possível de ranhuras ou frestas. O mobiliário deve ser de material não combustível, de fácil limpeza e que minimize a absorção das partículas. Os serviços de limpeza e de manutenção das instalações e equipamentos só poderão ser feitos somente quando os locais não estiverem em funcionamento.

"Esta não é uma ação isolada, que começou agora, é uma luta histórica. Estamos acumulando sucessivas conquistas no controle do tabaco, que impacta na saúde, na vida e na morte do brasileiro. O tabagismo é um desafio para toda sociedade, não somente para o sistema público de saúde. O impacto sobre a mortalidade da população brasileira mostra a necessidade de construir ações protetivas do cidadão. A lei não está cerceando o direito do fumante de acender o seu cigarro, ela está garantindo o direito do não fumante de não ser exposto à fumaça e aos malefícios do fumo passivo", afirmou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

As novas regras foram definidas em portaria assinada nesta quinta-feira (4) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, e pelo ministro interino do Trabalho e Emprego, Nilton Machado. O documento estabelece as medidas de proteção aos trabalhadores expostos ao fumo durante o exercício da profissão. Onde for necessária a presença de trabalhadores para a execução de suas atividades, como cinegrafistas em sets de filmagens e cientistas em locais de pesquisa, deverão ser adotadas medidas para minimizar o tempo de permanência dos profissionais. Os estabelecimentos já existentes terão o prazo máximo de 180 dias, após a publicação da portaria, para se adaptarem às normas. O descumprimento constitui infração de natureza sanitária com previsão de multa que varia de R$ 5 mil a R$ 1,5 milhão em caso de desrespeito às normas sanitárias.

PREMIAÇÃO - Esta semana, a Fundação Bloomberg concedeu ao Ministério da Saúde do Brasil o "Prêmio Bloomberg para o Controle Global do Tabaco". A premiação da entidade internacional é um reconhecimento ao papel desempenhado pelo país no monitoramento epidemiológico do uso do tabaco e na implantação de políticas públicas para enfrentar o desafio da luta contra o fumo. O prêmio, compartilhado com Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), será entregue durante a Conferência Mundial Tabaco ou Saúde, que será realizada em março em  Abu Dhabi.

"O sucesso da estratégia brasileira no combate ao fumo se deve a quatro conjuntos de ações: aumento de preço e impostos, proibição da propaganda do cigarro, ações de prevenção e tratamento, e a restrição de locais de fumo com a extinção dos fumódromos", acrescentou o ministro Chioro.

LEGISLAÇÃO - A regulamentação das regras para proteger o trabalhador já estava prevista no Decreto 8.262/14, popularmente conhecido como Lei Antifumo. A legislação proíbe o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos, derivados ou não do tabaco, em locais de uso coletivo, públicos ou privados, mesmo que o ambiente esteja só parcialmente fechado por uma parede, divisória, teto ou até toldo. Os narguilés também estão vetados.

A norma também extingue os fumódromos e acaba com a possibilidade de propaganda comercial de cigarros nos display dos pontos de venda. Outra obrigatoriedade prevista é o aumento dos espaços para os avisos sobre os danos causados pelo tabaco e a presença de advertências em 30% da parte frontal das embalagens dos produtos a partir de 2016.

"A Lei Antifumo é uma lei que interessa a todos. E, apesar da fiscalização estar a cargo da vigilância sanitária e do Ministério do Trabalho, o maior fiscalizador será o próprio cidadão. A lei está sendo implantada em um momento em que a sociedade quer mais saúde e qualidade de vida. A Lei legitima o direito do trabalhador de ter um ambiente de trabalho livre do fumo", defendeu o ministro interino do Trabalho e Emprego, Nilton Machado.

Os estabelecimentos comerciais são responsáveis por garantir o ambiente livre do tabaco e cabe a eles orientar os clientes sobre a lei e pedir para que não fumem. Em casos de desrespeito à lei, o estabelecimento poderá receber advertência e multa, além de ser interditado e ter seu alvará de funcionamento cancelado. As vigilâncias sanitárias dos estados e municípios e as Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego ficarão encarregadas de fiscalizar o cumprimento da legislação.

PUBLICIDADE - Ainda nesta quinta-feira, o Ministério da Saúde apresentou as peças de sua campanha publicitária para conscientizar a população, sindicatos e proprietários de estabelecimentos comerciais sobre o início da vigência da proibição de fumar em recintos coletivos de todo país. Com o slogan "Pode respirar fundo: ambientes coletivos 100% livres de fumaça" a ação será voltada para o público jovem (até 25 anos) e adulto.

A campanha, que será veiculada na internet, e contará também com cartazes e folders para a população geral e estabelecimentos também abordará a publicidade de produtos do tabaco nos pontos de venda, além de apresentar as alterações que acontecerão e como elas são positivas para todos (fumantes e não fumantes).

PREVALÊNCIA - No Brasil, o número de fumantes permanece em queda. Segundo o Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), o percentual caiu 28% nas capitais brasileiras, nos últimos oito anos. Em 2006, 15,7% da população adulta que vive nas capitais fumava. Em 2013, a prevalência caiu para 11,3%. O dado é três vezes menor que o índice de 1989, quando a Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontou 34,8% de fumantes na população. A meta do Ministério da Saúde é chegar a 9% nas capitais até 2022.

Responsável por cerca de 200 mil mortes por ano no Brasil, o tabagismo é reconhecido, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como uma doença epidêmica. A dependência da nicotina expõe os fumantes continuamente a mais de quatro mil substâncias tóxicas, fator de risco para aproximadamente 50 doenças, principalmente as respiratórias e cardiovasculares, além de vários tipos de câncer como o de pulmão e brônquios, um câncer agressivo e que geralmente apresenta os primeiros sintomas já em estágio avançado. Esse tipo de tumor é o de maior letalidade entre os homens brasileiros e o segundo entre as mulheres.

O Sistema Único de Saúde oferece tratamento para quem deseja parar de fumar. Atualmente, 23.387 equipes da família, em 4.375 municípios, estão preparadas para atender à população. Além do acompanhamento profissional, são oferecidos medicamentos, como adesivos, pastilhas, gomas de mascar e o bupropiona. O Ministério da Saúde destinou R$ 41 milhões para compra desses medicamentos, o que permitiu o tratamento de mais de 145 mil tabagistas em 2014.


O QUE MUDA

Antes da Regulamentação
  • Não havia definição sobre o que poderia ser considerado local coletivo fechado, onde é proibido fumar.
  • Permitia áreas para fumantes ou fumódromos em ambientes fechados, públicos ou privados.
  • Não estabelecia condições para comercialização.
  • Eram permitidas propagandas comerciais de produtos fumígenos no display.
  • Não fazia referência a situações de exceção com relação a cultos religiosos, locais de venda, em tratamentos de saúde, produções artísticas e pesquisa.
  • As embalagens devem ter mensagens de advertência em 100% da face posterior das embalagens e de uma de suas laterais.
Depois da Regulamentação
  • O fumo é proibido em locais fechados de uso coletivo, mesmo que total ou parcialmente fechado em qualquer de seus lados, por uma parede, divisória, teto, toldo ou telhado.
  • O fumo, em qualquer circunstância, está proibido em local coletivo fechado, abolindo áreas para fumantes ou fumódromos.
  • Os produtos devem ficar expostos no interior do estabelecimento comercial e 20% do mostruário visível  ao público devem ser ocupados por mensagens de advertências sobre os males do fumo, a proibição da venda a menores de 18 anos, e a tabela de preços.
  • Fica proibida a propaganda comercial de produtos fumígenos em todo o território nacional. Será permitido apenas a exposição dos produtos nos locais de vendas.
  • O fumo em  lugares fechados é permitido em cinco situações, desde que adotadas condições  de isolamento, ventilação e exaustão do ar,   além de medidas de proteção ao trabalhador exposto:
  • Em cultos religiosos caso faça parte do ritual;
  • Em tabacarias sinalizadas;
  • Em estúdios e locais de filmagem quando necessário à produção da obra; 
  • Em locais destinados à pesquisa e desenvolvimento de produtos fumígenos;
  • Instituições de tratamento de saúde que tenham pacientes autorizados a fumar pelo médico que os assista.
  • E a partir de 2016, será incluído texto de advertência adicional sobre os malefícios do fumo em 30% da parte frontal das embalagens.

ONDE PODE E ONDE NÃO PODE FUMAR

Não Pode Fumar (Uso Coletivo)
  • Interior de bares, boates, restaurantes, lanchonetes, escolas, universidades, museus, bibliotecas, espaços de exposições, áreas comuns de condomínios, casas de espetáculo, teatros, cinemas, hotéis, pousadas, casas de shows, açougues, padarias, farmácias e drogarias, supermercados, shoppings, praças de alimentação, centros comerciais, bancos e similares, em ambientes de trabalho, estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte ou entretenimento, repartições públicas, instituições de saúde, hospitais, veículos públicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais e táxis.
Pode Fumar
  • Em casa, áreas ao ar livre, parques, praças, vias públicas, tabacarias, estúdios e locais de filmagem quando necessário à produção da obra, locais destinados à pesquisa e desenvolvimento de produtos fumígenos. Nesses casos, é necessário adotar condições de isolamento, ventilação e exaustão do ar, bem como outras medidas de proteção dos trabalhadores ao fumo. 
Fonte: Revista Proteção *Notícias.

13 dezembro 2011

Governo assina acordo para diminuição de sal nos alimentos mais consumidos pelas crianças


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, juntamente com representantes da indústria alimentícia, assinou, nesta terça-feira (13), nova fase do acordo que prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos.


Lista de sete categorias inclui batata frita, salgadinhos, biscoitos e bolos prontos
Nesta etapa, serão detalhadas as metas para os alimentos que estão entre os mais consumidos pelo público infanto-juvenil, incluindo sete categorias: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados).
O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. As metas devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016.
A redução do consumo de sódio no Brasil é uma das estratégias do governo federal para o enfrentamento às doenças crônicas, como hipertensão arterial e doenças cardiovasculares.

“Este é um grande esforço de acordo voluntário para mostrar à população produtos com menor quantidade de sódio. É uma ação de prevenção. O esforço para mudança de hábito alimentar e o fato das pessoas terem acesso mais fácil a alimentos saudáveis, com menor quantidade de sódio, aliado à atividade física, pode ser fundamental para que a gente previna doenças cardiovasculares, hipertensão e até mesmo alguns tipos de cânceres”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Segundo o ministro, a segunda etapa do acordo reforça o projeto conjunto entre governo e indústrias para respeitar a recomendação de consumo máximo da OMS (Organização Mundial de Saúde), que é de menos de 5 gramas de sal diários por pessoa, até 2020.

A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira (maiores de 18 anos), de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel/2010). Já as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 319 mil óbitos em todo o país, em 2009.

31 outubro 2011

Cuidados com a pele

Neste DDS vamos falar sobre cuidados com a pele.

A pele é um tecido muito sensível que cobre todo nosso corpo. Vivemos sem nenhum exagero, dentro de uma cápsula, nossa pele. Apesar de fina a pele é muito resistente. Contém entre dois e três milhões de glândulas de suor, as quais despejam ao exterior cerca de um litro por dia durante os meses quentes. Se não tivéssemos a pele, não poderíamos sentir nada ao tocar objetos ou pessoas. A pele é uma camada misteriosa entrelaçada de delicados circuitos elétricos, antenas, cabos, interruptores, tecidos e muitos outros mecanismos. Recebe um terço do sangue do corpo. A pele é um órgão vivo que, como uma árvore, elimina as células (vermelha) mortas e desenvolve outras novas que as substituem.

Se a ferirmos, abrimos uma brecha por onde pode entrar toda espécie de germes e vírus que podem atacar nossos órgãos internos.

É muito importante protegermos nossa pele para que esta possa proteger nosso corpo. Não devemos expô-la a vapores irritantes e líquidos e a atritos de materiais que possam feri-la. A melhor forma de conseguir isto é usando a proteção individual de que melhor se ajuste ao trabalho específico que realizemos.

E não só devemos protegê-la no trabalho, mas também fora. Há pessoas que não se preocupam se queimam sua pele por exporem-se demasiadamente ao sol. Só quando o médico lhes diz que contraíram câncer por terem exposto sua pele excessivamente aos raios ultravioletas do sol, é quando começam a valorizar sua pele, mas já é demasiado tarde.

Outras pessoas não dão nenhuma importância aos arranhões, cortes ou picadas que sofrem em sua pele. Não se preocupam em ir à caixa de primeiros socorros e desinfetar essas pequenas lesões. Qualquer lesão, por menor que seja, pode causar inflamações graves em nosso corpo.

A Equipe DDS Online agradece a sua visita.

Fonte: DDSOnline

18 outubro 2011

Como cuidar de seus dentes

Pratique atividade física


Atividade física é a maneira pela qual fazemos com que nosso corpo se movimente.
A atividade física busca tornar as pessoas mais auto-confiantes, menos deprimida e com mais resistência, levando a uma longevidade ou tempo de vida maior, diminuindo a morte precoce (antes dos 50 anos).
A inatividade faz com que as pessoas morram jovens, por problemas do coração na maioria das vezes. O coração é um músculo e por isso precisa estar sempre em forma.
Qualquer pessoa pode ficar em forma praticando uma atividade física após consultar um médico. É necessário que seja praticada devagar, especialmente no início, pois o corpo e a mente levam certo tempo para se acostumarem às tensões da atividade física.


PRATIQUE EXERCÍCIOS REGULARMENTE, PELO MENOS DE DUAS A QUATRO VEZES POR SEMANA.

16 outubro 2010

Os benefícios do cochilo

Estudo apresentado este ano por cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, aponta que cochilar por no máximo 30 minutos, entre 12h e 15h, melhora o rendimento no trabalho, na escola e nas tarefas diárias. Além disso, fortalece a capacidade de pensamento e de absorção de novas informações. No ambiente profissional, dormir brevemente após o almoço pode representar uma melhoria significativa na produtividade e na qualidade de vida do empregado. "Os cochilos diminuem a sonolência, melhorando consideravelmente o estado de alerta, o que melhora o desempenho no trabalho", explica a Dra. Frida Marina Fischer, presidente da Comissão Técnica de Organização do Trabalho da Anamt.

A especialista elaborou um artigo científico sobre o tema, no qual analisou as condições ambientais e organizacionais do cochilo e a sua importância durante o trabalho noturno entre profissionais de enfermagem. Entre outros benefícios, Fischer concluiu que, além de melhorar o estado de alerta durante o trabalho, o hábito pode contribuir para compensar a reduzida duração do sono noturno.

Já muito comum em países europeus, como a Espanha, a soneca está ganhando espaço nas empresas brasileiras, que começam a investir em ambientes chamados "cochilódromos", feitos especialmente para a prática. Recentemente, uma indústria de móveis de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, criou um cômodo amplo com 25 leitos, onde os funcionários podem descansar por até 45 minutos após o almoço.

Para as pessoas que trabalham no turno da noite ou em plantões longos, o cochilo auxilia a reduzir a fadiga e a sonolência. De acordo com Fischer, "usualmente sente-se muito sono durante a noite, quando estamos trabalhando num período em que deveríamos estar repousando". Dessa forma, mesmo no período noturno, a prática surte efeitos positivos para o profissional.

No entanto, os relatos das 20 participantes da pesquisa realizada pela médica do trabalho reforçam que, para que os benefícios dos cochilos sejam obtidos satisfatoriamente, também é importante que sejam implementadas condições adequadas para tal. Segundo elas, apesar da permissão para o cochilo, não havia espaço e poltronas disponíveis para todos na sala destinada ao descanso.

A sesta ao redor do mundo

Na Espanha, o hábito de cochilar após o almoço, chamado sesta (siesta), é uma instituição. Entretanto, causa estranheza aos estrangeiros a duração da hora do almoço. Em Barcelona, por exemplo, o intervalo pode ser de mais de duas horas, tempo em que o trabalhador volta para casa, almoça, descansa e retorna ao trabalho. Para equilibrar, é comum na região da Catalunha terminar o expediente depois das 20h. A prática espanhola também é encontrada em países da America Latina, China, Índia e Grécia, por exemplo.

Mas os benefícios do cochilo breve, com 15 a 30 minutos de duração, estão sendo comprovados na prática em diversas nações e têm recebido boa aceitação nos ambientes profissionais. Exemplo disso foi a ideia de uma empresa argentina de construir um "cochilódromo" no centro de Buenos Aires, em junho deste ano.

De acordo com um jornal brasileiro de grande circulação, o serviço disponibilizado pela companhia inclui massagens e chá para ajudar no relaxamento. O atendimento não é barato: cada sessão de 25 minutos de cochilo custa cerca de R$ 45, e os pacotes com massagem custam em torno de R$ 80.


Data: 15/10/2010 / Fonte: ANAMT

23 abril 2010

AR COMPRIMIDO


O perigo de aplicá-lo sobre o corpo humano


 Como é de conhecimento da maioria dos que atuam na área de Segurança e Saúde do Trabalhador, o ar comprimido, muitas vezes é usado de forma inadequada, ou seja, a prática de atos inseguros pôr parte de alguns funcionários, comum em áreas de muita poeira que utilizam o ar comprimido para limpar a roupa. Atos desta natureza podem acarretar sérias conseqüências a aqueles que por desconhecimento ou ignorar os preceitos de segurança venham a cometer estas imprudências.
Devido ao perigo que representa o AR COMPRIMIDO não deve ser aplicado sobre o “CORPO”, não deve ser usado para “LIMPEZA” de roupa de trabalho, tirar pó ou sujeira “DO CABELO OU DO CORPO”. Afinal um jato de Ar Comprimido pode:

·         Tirar um olho de sua órbita, romper um tímpano, ou causar hemorragia interna ao penetrar nos poros;
·         Quando muito perto da pele, pode penetrar por um corte ou uma escoriação e insuflar o tecido humano (encher de ar). A lesão poderá ser fatal se o ar chegar a penetrar em um vaso sangüíneo, porque pode produzir borbulhas de ar que interrompe a circulação do sangue. Essa lesão denomina-se, “EMBOLIA GASOSA”;
·         Pode empurrar ou arremessar partículas de metal ou outros materiais, a velocidades tão altas, que os convertem em mini projéteis perigosos para o corpo e principalmente para o rosto e olhos;
·         O Ar Comprimido contém impurezas tais como: partículas de óleos, graxas e outras partículas muito pequenas que introduzidas sob a pele, pelos poros, podem causar inflamações nos tecidos;

 
USE O AR COMPRIMIDO COM CUIDADO

USE-O SOMENTE PARA OS FINS A QUE É DESTINADO

01 janeiro 2010

Dicas para diminuir os riscos associados ao consumo de álcool



  • Saiba qual é o seu limite e respeite-o, ou então não beba nenhuma bebida alcoólica.
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  • Beba devagar. Você acaba bebendo menos.
  • Coloque menos álcool e mais misturas (sucos, frutas, etc.) na sua bebida.
  • Alterne bebidas alcoólicas com não alcoólicas.
  • Coma enquanto bebe. A comida ajuda a retardar a absorção do álcool.
  • Converse com pessoas que escutem os seus sentimentos e preocupações sem desanimar você. Você terá menos chance de beber para afogar as mágoas.
  • Encontre maneiras de se acalmar que não através do álcool. Exemplos incluem hobbies, exercícios de relaxamento, atividade física, música, filmes, etc.
  • Concientize-se de que você é um modelo para seus filhos. Eles aprendem o que vêem. Quando beber, faça-o com responsabilidade.
  • Não misture álcool com direção, drogas ou operação de máquinas. Fazê-lo pode ser fatal.
  • Não dependa de café ou ar fresco para ficar sóbrio. Apesar do que você vê na TV, eles não fazem a pessoa ficar sóbria.
  • Não beba bebidas alcoólicas se estiver grávida.