08 janeiro 2011

A importancia do cinto de segurança

O cinto de segurança é um dispositivo de prevenção de danos físicos ao condutor do veículo. De acordo com o artigo 65 do código de trânsito brasileiro o cinto de segurança é de uso obrigatório para condutores e passageiros em todas as vias do território nacional.

O cinto de segurança é uma ferramenta simples que serve para proteger a vida e diminuir as conseqüências dos acidentes de trânsito. Ele impede, em casos de colisão, que o corpo humano se choque contra o volante, painel e para brisas, ou que seja projetado para fora do carro.

Mas, não só os motoristas devem usar o cinto de segurança, os passageiros também devem usá-lo, até mesmo quando ocupam o banco traseiro do veículo. Apesar de diversas campanhas de conscientização do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) e dos Departamentos Estaduais de Trânsito (DETRAN’S), ainda existem muitas incidências do não uso do cinto pelos passageiros do banco traseiro dos veículos. 

A partir de uma simulação feita departamento de testes de uma das maiores montadoras de carro do país, se uma pessoa de 60 Kg for arremessada de uma carro com velocidade a 60 Km/h esse corpo fará uma colisão de uma tonelada aproximadamente, sendo impossível a não ocorrência de uma morte instantânea. Segundo o comandante da Companhia de Policiamento no Trânsito (CPTran), capitão Gilmar Santos, a campanha nacional para o uso do cinto surtiu efeito, mas, acrescentou que “Ainda falta muito para uma diminuição considerável do número de mortes no trânsito”, concluiu o capitão.

Apesar de no ano de no ano de 2008 o governo federal ter investido em campanhas de conscientização, os índices de mortes por falta do cinto de segurança ainda são altos. A campanha sobre o uso de cinto de segurança tem que ser constante para lembrar aos motoristas o uso desse dispositivo de prevenção de vidas.

Fonte: http://itabi.infonet.com.br/trocandoideias/?p=298
Autor: Nivaldo Candido

Abaixo link com um infográfio que mostra claramente como um cinto de segurança funciona e como é importante.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspx?action=getDetail&id=1273&product=&uf=1&local=1&section=infograficos&tipoflash=infografico 

Abaixo video exibido no Jornal Nacional (emissora Globo) com um simulador de situações onde se está usando o cinto de segurança.

07 janeiro 2011

Acidentes com içamento mecânico de cargas

Elevação mecânica de cargas é coisa séria, somente pessoal qualificado e treinado deve estar envolvido neste tipo de operação, além de procedimentos, plano de carga, equipamentos adequados e bem dimensionados, check lists, certificações dos equipamentos que garantam que os equipamentos atendam as especificações também são essenciais, mas muitas outras regras podem ser incluídas, rigorosidade é a peça fundamental que dará sustentação para o sucesso dessa atividade.

Vejam abaixo videos que demonstram a falta de regras básicas.







Programe já as atualizações para 2011


Fonte: Revista Proteção

CONFEA RECONHECE TECNÓLOGOS E COM ISSO OS CREAS DO BRASIL DEVEM SEGUIR

Para fins de organização da representação nos plenários dos Creas e da constituição das Câmaras Especializadas, o Confea definiu oito modalidades profissionais, abrigadas nos grupos da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia. VEJAM ABAIXO:

Grupo Engenharia: modalidades Civil, Eletricista, Mecânica e Metalúrgica, Geologia e Minas, Química e Agrimensura; 
Grupo Arquitetura: modalidade Arquitetura; 
Grupo Agronomia: modalidade Agronomia.
 
Na seqüência, serão abordadas as características das profissões agrupadas em cada uma das modalidades, visto que uma das dificuldades encontradas pelo pessoal incumbido da fiscalização é identificar, de forma clara, onde atuam e quais atividades são privativas dos profissionais da Engenharia, da Arquitetura ou da Agronomia.

Modalidade Civil
 
Enquadram-se nesta modalidade os engenheiros ambientais, os engenheiros civis, os engenheiros de fortificação e construção, os engenheiros de operação (construção civil, construção de estradas, edificações e estradas), os engenheiros industriais (Civil), os engenheiros militares, os engenheiros rodoviários, os engenheiros sanitaristas, os engenheiros sanitaristas e ambientais, os engenheiros de infraestrutura aeronáutica, os engenheiros de produção (Civil), bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio.
 
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam na concepção e planejamento de diversos tipos de serviços e obras de construção civil, bem como nos estudos de sua viabilidade técnica e econômica. Exercem atividades relacionadas ao dimensionamento das construções, com a escolha e especificação de materiais de construção, além do acompanhamento técnico da execução de obras e serviços. Estudam e propõem soluções para as obras civis, tais como: edifícios e grandes edificações, estradas, pontes, viadutos, túneis, dentre outras. Incumbem-se das obras de infra-estrutura, como barragens, obras de contenção de encostas, obras de terra, bem como do planejamento de meios de transporte e de tráfego.
Atuam, também, no desenvolvimento de projetos e empreendimentos de sistemas de saneamento básico (água, esgoto, resíduos sólidos e drenagem) e de pesquisa e gestão ambiental, visando preservar e restabelecer o meio ambiente sob modelos sustentáveis, tanto ecológica quanto economicamente.
 
Modalidade Eletricista
 
Inserem-se nesta modalidade os engenheiros eletricistas, os engenheiros de computação, os engenheiros de controle e automação, os engenheiros eletricistas modalidade eletrotécnica, os engenheiros eletricistas modalidade eletrônica, os engenheiros em eletrônica, os engenheiros em eletrotécnica, os engenheiros de transmissão, os engenheiros de computação, os engenheiros de comunicação, os engenheiros de telecomunicações, bem como os engenheiros industriais, os engenheiros de produção, os engenheiros de operação, os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
 
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam com sistemas computacionais, sistemas de comunicação e telecomunicações, eletrotécnica (geração, transmissão e distribuição de energia elétrica) e eletrônica (computação, microeletrônica, circuitos integrados, controle e automação industrial) .
Atuam, também, realizando desde projetos de unidades simples de fontes de alimentação, para circuitos eletrônicos, até pesquisa de alta tecnologia, na área de microprocessadores utilizados em computação.
 
Modalidade Mecânica e Metalúrgica
 
Enquadram-se nesta modalidade os engenheiros mecânicos, os engenheiros metalurgistas, os engenheiros navais, os engenheiros mecânicos e de automóveis, os engenheiros mecânicos e de armamento, os engenheiros aeronáuticos, os engenheiros de infraestrutura aeronáutica, os engenheiros mecânicos, de automação e sistemas, os engenheiros industriais, os engenheiros de produção, os engenheiros de operação, bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
 
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam no planejamento e supervisão da produção e da utilização de máquinas e componentes mecânicos industriais, em processos de automação e produção de bens de capital e bens de consumo duráveis, na manutenção e na assistência técnica de máquinas, componentes e estruturas mecânicas industriais.
Atuam, ainda, no planejamento e na execução de projetos de produção de metais e ligas ferrosas, além do tratamento desses metais, visando aumentar sua resistência à corrosão. Atuam, também, no desenvolvimento de técnicas e de projetos que possibilitem a montagem, manutenção e reparo de embarcações, de seus equipamentos e suas instalações.
Participam na elaboração e execução de projetos aeronáuticos, preparam especificações, desenhos e técnicas de construção.
 
Modalidade Química
 
Integram esta modalidade os engenheiros químicos, os engenheiros de alimentos, os engenheiros de materiais, os engenheiros de petróleo, os engenheiros têxteis, os engenheiros de plástico, os engenheiros industriais, os engenheiros de produção, os engenheiros de operação, bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
 
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam em pesquisa, projeto, análise e operação dos processos onde a matéria sofre alteração de fase, de estado físico, de conteúdo energético ou de composição.
Atuam, também, na obtenção, definição, pesquisa e utilização de materiais, na criação de novos produtos, nos processos e nos sistemas de produção em escala industrial, nas áreas de energia e petroquímica, entre outras.
Na indústria alimentícia atuam na fabricação, na preservação, no armazenamento, no transporte e no consumo dos produtos, visando melhorar o padrão alimentar da população, bem como no controle de matérias primas, na produção, no processamento, no controle de qualidade, no gerenciamento e na análise da produção de alimentos.

Atuam no planejamento, na produção e na infraestrutura da indústria têxtil, participando de pesquisas, análises e experimentações em laboratórios têxteis, bem como no desenvolvimento de novos produtos.

Modalidade Geologia e Minas
Inserem-se nesta modalidade os engenheiros geólogos, os engenheiros de minas, os geólogos, os engenheiros de exploração e produção de petróleo, bem como os
tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, esses profissionais atuam em pesquisa, planejamento, prospecção e aproveitamento de recursos minerais. Estudam aspectos legais e de execução na área da pesquisa mineral, além de projetos de aproveitamento racional dos recursos minerais, incluindo sua extração e beneficiamento.
Realizam estudos relativos à ciência da terra, tais como: levantamentos geológicos, geoquímicos, geofísicos e geotécnicos.
Atuam, também, no estudo das características do interior e da superfície do planeta Terra, em várias escalas, compreendendo seus processos físicos, químicos e físico-químicos.

Modalidade Agrimensura
 
Enquadram-se nesta modalidade os agrimensores, engenheiros agrimensores, os engenheiros cartógrafos, os engenheiros de geodésia, os engenheiros em topografia rural, os engenheiros topógrafos, os engenheiros geógrafos, os geógrafos, bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área.
De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, esses profissionais analisam resultados das interações humanas com a natureza, com dados concretos do espaço geográfico, envolvendo questões sócioeconômicas, políticas e ambientais.

Atuam, ainda, em atividades tais como levantamentos topográficos, batimétricos, geodésicos, astronômicos, aerofotogramétricos, sensoriamento remoto, georreferenciamento de imóveis urbanos e rurais, e elaboração de cartas geográficas, dentre outras, que se inter-relacionam com diversos ramos da Engenharia.
Tal versatilidade evidencia-se pelo fato de que boa parte dos trabalhos que envolvam Engenharia, Arquitetura e Agronomia desenvolvem-se em função do conhecimento prévio da posição e de características do terreno no qual se assentam como, por exemplo: 
  • na Engenharia Civil atuam no levantamento planialtimétrico cadastral, demarcação de movimento de terra, de obras de terraplenagem, de açudes, de bacias hidrográficas, de portos, aeroportos, rios e canais, bem como na locação de fundações, de viadutos, pontes, estradas e estruturas;
     
  • na Arquitetura e Urbanismo colaboram com o levantamento planialtimétrico cadastral, utilizado como uma das peças iniciais na elaboração de um projeto arquitetônico, além do projeto geométrico de traçado de cidades e nos loteamentos e arruamentos;
     
  • na Engenharia Elétrica atuam no cadastramento das linhas de transmissão, na locação de torres, dentre outras; e
     
  • na Engenharia Industrial colaboram no assentamento de grandes máquinas, por exigirem grande precisão. 
Modalidade Arquitetura 

Enquadram-se nesta modalidade os arquitetos, os arquitetos e urbanistas, os engenheiros arquitetos, bem como os técnicos de nível médio desta área. De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam projetando ambientes adequados ao desenvolvimento das atividades humanas, procurando dar solução aos problemas de organização do espaço físico. Criam, projetam e organizam a construção de edificações residenciais, de serviços, comerciais e industriais, adequando-as ao meio ambiente e às condições culturais, sociais e econômicas de um determinado grupo social. 

Atuam, também, no planejamento, desenho e supervisão técnica de espaços por eles projetados. Planejam a construção considerando a finalidade da obra, seu tamanho e estilo, o material necessário e o custo provável, elaborando projeto, maquete e orçamento. 

Atuam, ainda, no desenvolvimento de estudos, planos e projetos que visam promover o crescimento e a revitalização harmoniosa das áreas urbanas, suburbanas e rurais, levando em consideração aspectos geográficos, sociais, econômicos e ambientais. Elaboram planos gerais objetivando a melhor utilização do espaço por parte de uma comunidade, definindo a localização de áreas residenciais, comerciais, industriais e recreativas. 

Modalidade Agronomia 

Integram esta modalidade os engenheiros agrônomos, os engenheiros florestais, os engenheiros agrícolas, os engenheiros de pesca, os meteorologistas, bem como os tecnólogos e os técnicos de nível médio desta área. De acordo com sua habilitação específica, limitados à sua formação curricular, atuam em todos os ramos das ciências agrárias, tanto em pesquisa quanto em ensino e extensão rural, além de atividades como, por exemplo, fitotecnia, zootecnia, conservação e manejo de solos, controle fitossanitário, nutrição de plantas e adubação, processamento e armazenamento de grãos e sementes, melhoramento animal e vegetal, meteorologia, climatologia e agrometeorologia, dentre outras. 

Atuam, também, no planejamento e no desenvolvimento de atividades técnico científicas relacionadas com implantação, manejo, conservação, exploração e utilização de florestas, produtos florestais e outros recursos naturais a elas associados, para fins industriais, comerciais, de conservações, paisagísticos e recreativos. 

Aplicam conhecimentos tecnológicos para a solução de problemas relacionados à produção rural, envolvendo energia, transporte, sistemas estruturais e equipamentos nas áreas de solo e água, construção e eletrificação rurais, máquinas e implementos agrícolas, processamento e armazenamento de produtos agrícolas e controle de poluição no meio rural. 

Atuam, ainda, no aproveitamento dos recursos naturais aquícolas, na cultura e na utilização das riquezas biológicas dos mares, lagos e cursos d'água, bem como no beneficiamento do pescado.

Fonte: CREADF

05 janeiro 2011

O TREINAMENTO - CONCEITOS E OBJETIVOS

O principal objetivo do treinamento é preparar os funcionários para a execução imediata das diversas tarefas que lhes são incumbidas dentro da organização, de forma eficiente e eficaz, desenvolvendo-os e proporcionando a eles oportunidades, visando ao seu crescimento horizontal e vertical nas diversas funções e não apenas em seus cargos atuais. O treinamento deve, ainda, criar clima satisfatório entre os empregados, mudando-lhes as atitudes, aumentando sua motivação e tornando-os mais receptivos às técnicas de supervisão e gerência. Em relação ao conteúdo do treinamento, podemos destacar:
a. Transmissão de informações: é considerado um fator principal dentro do treinamento; deverá ser genérica e que aborde conhecimentos do trabalho, tais como: informações da organização, seus produtos e serviços, suas políticas, regras e regulamentos, etc.

b. Desenvolvimento de habilidades: está diretamente relacionado ao desempenho do cargo atual ou de ocupações futuras; deve ser orientado diretamente para as tarefas e operações a serem executadas.
c. Desenvolvimento ou modificação de atitudes: é utilizado para mudar atitudes negativas para atitudes positivas, desenvolver o aumento da motivação, da sensibilidade do pessoal da gerência e de supervisão quanto ao sentimento e reações das outras pessoas. Envolve hábitos e atitudes, principalmente em relação a clientes ou usuários.
d. Desenvolvimento de conceitos: é utilizado para elevar o nível de abstração e de concepção de idéias e de filosofias, facilitando a aplicação de novos conceitos na área administrativa, nde se eleva o nível dos gerentes em termos globais e amplos. 
O treinamento é um processo de enriquecimento de habilidades, das quais se destacam :
• habilidades motoras: solicitadas na manipulação do ambiente físico e baseadas em padrões apropriados de respostas da musculatura corporal;
• habilidades cognitivas: que incluem a aquisição de padrões de atitudes e crenças;
• habilidades interpessoais: muitas vezes consideradas em termos de autoconsciência e de funcionamento eficaz dentro de processos sociais e interações humanas.
OBJETIVOS MENSURÁVEIS
• Treinar a força de venda para obter um aumento deflacionado das vendas.
• Aumentar o número de unidades/hora produzidas com o mesmo equipamento e pessoal empregados.
• Diminuir os custos operacionais e administrativos.
OBJETIVOS QUANTIFICADOS
• Modificação do comportamento profissional do treinando.
• Desenvolvimento do espírito de integração por parte da equipe de trabalho.
• Desenvolvimento das aptidões de liderança.

26 dezembro 2010

Instalações Elétricas

Ao executar uma instalação elétrica, ou durante sua manutenção, procure tomar os seguintes cuidados:

■ Antes de qualquer intervenção, desligue a chave geral (disjuntor ou fusível).

■ Teste sempre o circuito antes de trabalhar com ele, para ter certeza de que não está energizado.
■ Desconecte os plugues durante a manutenção dos equipamentos.
■ Leia sempre as instruções das embalagens dos produtos que serão instalados.
■ Utilize sempre ferramentas com cabo de material isolante (borracha, plástico, madeira etc). Dessa maneira, se a ferramenta que você estiver utilizando encostar acidentalmente em uma parte energizada, será menor o risco de choque elétrico.
■ Não use jóias ou objetos metálicos, tais como relógios, pulseiras e correntes, durante a execução de um trabalho de manutenção ou instalação elétrica.
■ Use sempre sapatos com solado de borracha. Nunca use chinelos ou calçados do gênero – eles aumentam o risco de contato do corpo com a terra e, conseqüentemente, o risco de choques elétricos.
■ Nunca trabalhe com as mãos ou os pés molhados.
■ Utilize capacete de proteção sempre que for executar serviços em obras onde houver andaimes ou escadas. 

Instalação de chuveiros elétricos
■ Chuveiros e torneiras elétricas devem ser aterrados.
■ Instale o fio terra corretamente, de acordo com a orientação do fabricante.
■ Pequenos choques, fios derretidos e cheiro de queimado são sinais de problemas que precisam ser corrigidos imediatamente.
■ Não mude a chave verão-inverno com o chuveiro ligado
■ Nunca diminua o tamanho da resistência para aquecer mais a água. É possível a substituição do chuveiro por outro mais potente, desde que adequado à fiação existente. Não reaproveite resistências queimadas. 


Instalação de antenas
■ Instale a antena de TV longe da rede elétrica. Se a antena tocar nos fios durante a instalação, há risco de choque elétrico.



Troca de lâmpadas
■ Desligue o interruptor e o disjuntor do circuito antes de trocar a lâmpada.
■ Não toque na parte metálica do bocal nem na rosca enquanto estiver fazendo a troca.
■ Segure a lâmpada pelo vidro (bulbo). Não exagere na força ao rosqueá-la.
■ Use escadas adequadas.


Tomadas e equipamentos
■ Coloque protetores nas tomadas.
■ Evite colocar campainhas e luminárias perto da cortina.
■ Não trabalhe com os pés descalços ao trocar fusíveis elétricos.
■ Não passe fios elétricos por baixo de tapetes. Isso pode causar incêndios. 



Instalações elétricas
■ Faça periodicamente um exame completo na instalação elétrica, verificando o estado de conservação e limpeza de todos os componentes. Substitua peças defeituosas ou em más condições e verifique o funcionamento dos circuitos.
■ Utilize sempre materiais de boa qualidade.
■ Acréscimos de carga (instalação de novos equipamentos elétricos) podem causar aquecimento excessivo dos fios condutores e maior consumo de energia, resultando em curtos-circuitos e incêndios. Certifi que-se de que os cabos e todos os componentes do circuito suportem a nova carga.
■ Incêndios em aparelhos elétricos energizados ou em líquidos inflamáveis (óleos, graxas, vernizes, gases) devem ser combatidos com extintores de CO2 (gás carbônico) ou pó químico.
■ Incêndios em materiais de fácil combustão, como madeira, pano, papel, lixo, devem ser combatidos com extintores de água.
■ Em ligações bifásicas, o desequilíbrio de fase pode causar queima de fusíveis, aquecimento de fios ou mau funcionamento dos equipamentos. Corrija o desequilíbrio transferindo alguns aparelhos da fase mais carregada para a menos carregada (ver item 4.2.5.6 da norma NBR5410).
■ As emendas de fios devem ser bem feitas, para evitar que se aqueçam ou se soltem. Depois de emendá los, proteja-os com fita isolante própria para fios.
■ Evite condutores de má qualidade, pois eles prejudicam a passagem da corrente elétrica, superaquecem e provocam o envelhecimento acelerado da isolação.
■ Confira, na placa de identificação do aparelho ou no manual de instrução a tensão e a potência dos eletrodomésticos a serem instalados. Quanto maior a potência do eletrodoméstico, maior o consumo de energia.
■ Fusíveis são dispositivos de proteção contra sobrecarga ou curto-circuito na instalação elétrica. Quando um fusível derreter ou fundir, desligue a chave e troque-o por um novo, de igual amperagem.
■ Não substitua fusíveis por moedas, arames, fios de cobre ou qualquer outro objeto inadequado. Isso elimina o principal dispositivo de segurança contra a queima de equipamentos e lâmpadas.
■ É recomendada a troca de fusíveis por disjuntores termomagnéticos, que são mais seguros e não precisam de substituição em caso de anormalidade no circuito.
■ Não instale interruptor, fusível ou qualquer outro dispositivo no fio neutro.
■ A fuga de corrente é semelhante a um vazamento de água: paga-se por uma energia desperdiçada. Ela pode acontecer por causa de emendas malfeitas, fios desencapados ou devido à isolação desgastada, aparelhos defeituosos e consertos improvisados. Utilize interruptores diferenciais residuais (DR) para evitar este tipo de problema.

IMPORTANTE: Essas dicas servem apenas para conhecimento, pois quando você conhece pode cobrar, lembre-se que todo serviço elétrico comente deve ser feito por profissionais qualificados e com seus EPIs. Com energia elétrica não se brinca.


Fonte: Manual e Catalogo do Eletricista - 2009 / Schneider Electric

Medidas de segurança em laboratórios








16 dezembro 2010

Mudanças na NR-06

É importante que sempre o profissional Técnico em Segurança se mantenha atualizado com as mudanças nas tecnologias, procedimentos e principalmente nas legislações da área, uma das legislações que sofreram significativas alterações foi a NR-06, inclusive mudanças recentes neste mês.

Abaixo o link para download da NR-06 diretamente do site do MTE com suas últimas alterações.

http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/nr_06.pdf 

07 dezembro 2010

10 drogas que você não pode usar no trânsito

Uma agencia de publicidade Alemã criou uma propaganda muito divertida para conscientizar ao não uso de substâncias proibidas, bom para ser apresentados em cursos e palestras de direção ou de drogas.