25 julho 2010

Classe K de incêndio

5 Classes de incêndio



Uma nova classificação de riscos de cozinhas comerciais

Incêndios que envolvem meios de cozinhar (banha, gordura e óleo) têm sido por muito tempo a principal causa de danos materiais, vítimas fatais ou não. Estes incêndios são muito especiais na natureza. Testes recentes efetuados por ULI (laboratórios de underwriters, Inc.) e outras agências em outros países obtiveram novos resultados neste tipo especifico de risco de incêndio.

A natureza especifica de incêndios que envolvem meios de cozinhar e equipamentos

Incêndios envolvendo equipamentos de cozinha industrial são diferentes na maior parte de outros incêndios. Nos Estados Unidos uma nova classificação para atividade de incêndios em cozinha - classe K - foi reconhecida pela NFPA (National Fire Protection Association), através da norma, NFPA 10 – Extintores de Incêndio Portáteis e por Laboratórios de Underwriters, norma 711 de ANSI/ULI.
Essas organizações compreenderam que estes incêndios não se parecem com os tradicionais incêndios em líquidos inflamáveis que envolvem a gasolina, o óleo lubrificante, solvente de pintura ou solvente em geral.

Vamos analisar, o que faz do óleo de cozinha, a gordura e a banha, incêndios tão específicos.
Os óleos de cozinha usados para fritura têm uma faixa ampla de temperaturas de auto‑ignição . A auto‑ignição do óleo pode ocorrer em qualquer intervalo de 288°C a 385°C (o teste de laboratórios requer a auto‑ignição e/ou acima de 363°C). Para que esta auto-ignição possa ocorrer, a massa total de óleo, se medido em gramas em uma panela pequena ou até 52 kg em uma fritadeira industrial, deve ter sido aquecido além da temperatura de auto-ignição. Depois que a auto ignição ocorreu o óleo mudará sua composição ligeiramente ao queimar-se. A sua nova temperatura de auto-igniçao pode ser tanto quanto 10°C mais baixo do que sua temperatura de auto-ignição original. Este incêndio será auto‑sustentado a menos que a massa inteira de óleo for refrigerada abaixo da nova temperatura de auto-ignição.

Fonte: Class K Fires - A New Classification for Commercial Cooking Hazards - J. Craig Voelkert, Vice-presidente, Special Hazards , Amerex Corporation

Tipo de extintor - Pó químico umedecido – componente básico acetato de potássio especial desenvolvido para combater incêndio especifico de cozinha industrial (óleos).

Histórico:
Mercado Público de Florianópolis – Incêndio em 19/08/2005
O incêndio na ala norte do Mercado Público de Florianópolis foi acidental e causado pela combustão de óleo vegetal com resíduos de salgados aquecidos a uma temperatura de 300°C, na fritadeira, segundo laudo do Corpo de Bombeiros.
Reconstrução da ala Norte do Mercado – 2,5 milhões de reais

Video Sinalização de Segurança

15 julho 2010

Curso SEBRAE - SE em Agosto

Uma excelente oportunidade de aumentar os conhecimentos na área de segurança no trabalho, já que em Sergipe cursos voltados para o segmento é ainda tímido. Mas fica o convite para quem tiver interesse, quando souber de mais algum aviso imeditamente.

Gostaria de pedir desculpas aos leitores pela falta de atualizações no blog, consegui uma oportuinidade em uma multinacional no ramo de petróleo, estou trabalhando atualmente em Catú na Bahia, quase não tenho tempo pra nada.

Um abraço!

28 junho 2010

Requerimento de registro do SESMT a DRT

Aos nossos colegas de classe e interessados segue um modelo de requerimento feito à DRT para registro de SESMT, lembrando que na mudança dos integrantes, haverá que se fazer um upgrade dos novos integrantes junto ao órgão regional.

to de Registro Do SESMT Na DRT SP Modelo

17 junho 2010

Acidente envolve 40 veículos

O acidente envolvendo o maior número de véículos que já ouvi falar. O acidente ocorreu no início da manhã desta última quarta-feira 16/06/, mas apenas às 10h os carros de guincho conseguiram chegar ao local. O congestionamento na Via Dutra, sentido São Paulo, tem 18 quilômetros.



Fonte: http://video.globo.com

13 junho 2010

Áreas Classificadas

Instalações Elétricas em Atmosfera Explosiva 




Classificação de Área


Definição ABNTÞ Área classificada: área na qual uma atmosfera explosiva de gás está presente ou na qual é provável sua ocorrência a ponto de exigir precauções especiais para a construção, instalação e utilização de equipamento elétrico;

Þ Área não classificada: área na qual não é provável a ocorrência de uma atmosfera explosiva de gás a ponto de exigir precauções especiais para a construção, instalação e utilização de equipamento elétrico.

O Porquê da Classificação de Área?


 
A eletricidade é uma das principais fontes de ignição em ambientes com atmosferas explosivas, através dos equipamentos e instrumentos, descargas atmosféricas ou cargas estáticas;


 Com a classificação de área – definidas as áreas classificadas – procura-se estabelecer medidas para que a eletricidade não provoque ignição da mistura inflamável que estiver presente no ambiente – seja através da escolha adequada do equipamento, instrumento ou método de instalação.


Fonte: http://www.azullimao.com.br

Abaixo se vê um acidente ocorrido em área classificada

Ruído de Fundo


Pela NBR 10.151:

Entende-se como ruído de fundo, a média dos níveis de ruído mínimos no local e hora considerados na ausência da fonte emissora em questão. É obtido observando o ponteiro ou mostrador do medidor de nível sonoro e lendo o nível mínimo que se repete várias vezes (média dos mínimos). Quando for em-pregada a análise estatística dos níveis sonoros, o nível de ruído de fundo deve ser considerado como o nível que é superado em 90% do tempo de medição (05 minutos).

Pelo dicionário Aurélio:

Entende-se ruído de fundo, num sistema, ruído independente da presença do sinal.

A avaliação do ruído de fundo:

A avaliação do ruído de fundo é importante para determinação dos níveis de interferência de uma fonte considerada ou para fins de avaliação da incomodidade ou de conforto acústico.
O ruído de fundo é na verdade, a média dos níveis de ruído mínimos no local e no tempo previamente determinados e na ausência da fonte emissora em estudo. Pode ser obtido pela leitura dos níveis mínimos repetidamente no aparelho decibelímetro. O nível de ruído de fundo deve ser considerado como o nível que é superado em 90% do tempo de medição (05 minutos). Deve ser levado em consideração a localização da empresa, a estação do ano, o período do dia, a posição das janelas e portas, a permanencia da fonte emissora do ruído de fundo nas proximidades, etc A avaliação deve considerar também a fonte em estudo funcionando e desligada, respectivamente. Se ao desligar a fonte em estudo o nível de ruído se mantiver praticamente o mesmo, significa que o ruído emitido pela fonte encontra-se mascarado pelo ruído de fundo. Uma variação de até 2 dB representa um nível de ruído de fundo tão intenso que o ruído da fonte não é significativo. Para esse tipo de situação, um controle na fonte não terá sucesso. O controle efetivo deverá ocorrer na(s) fonte(s) causadora(s) do ruído de fundo.

Fontes:
- http://www.artigos.com
- NBR-10.151 Acústica - Avaliação do ruído ambiente em recintos de edificações visando o conforto dos usuários – Procedimento

09 junho 2010

Denatran adia início de multa das cadeirinhas

A fiscalização, que começaria dia 9 de junho, agora deve ter início em 1º de setembro

Carina Martins, iG em São Paulo | 08/06/2010 14:32

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) anunciou nesta terça (08) o adiamento do início da fiscalização que vai punir com multa o transporte de crianças com menos de sete anos e meio fora de equipamentos de segurança pré-determinados. Inicialmente, a fiscalização estava prevista para começar dia 9 de junho. De acordo com o Denatran, a decisão, que será publicada nesta quarta no Diário Oficial, foi motivada, entre outras coisas, pela falta das cadeirinhas no mercado e pela necessidade de se discutir a obrigatoriedade também em veículos de transporte escolar. A fiscalização agora deve começar apenas em 1º de setembro.

A exclusão de veículos como os de transporte escolar da norma motivou a abertura de um inquérito do Ministério Público Federal para apurar falhas na resolução do Contran. De acordo com o texto atual, apenas veículos de passeio particulares são obrigados a transportar as crianças em cadeirinhas e similares. “Essas exceções foram editadas sem qualquer razão lógica ou jurídica, e coloca em risco a vida das crianças passageiras desses veículos excluídos da obrigatoriedade do uso da cadeirinha de segurança”, explica o procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias. Táxis e ônibus também estão isentos.

A resolução do Contran prevê que crianças de até um ano só podem ser transportadas no bebê conforto, até quatro na cadeirinha e até sete e meio no assento de elevação. Quem não cumprir está sujeito a multa (R$ 191,54), sete pontos na carteira de motorista e retenção do veículo.