19 janeiro 2015

Análise Ergonômica do Trabalho ou Laudo Ergonômico?

Hoje falaremos sobre meios de análise em ergonomia, mais especificamente a discussão sobre denominações para os meios de análise: Análise Ergonômica do Trabalho ou Laudo Ergonômico?

Ambas denominações são comuns no meio empresarial e causam inclusive confusões entre alguns profissionais que atuam na área. Começaremos por algumas constatações de nossa vivência prática.

A palavra “Laudo” denota resposta a um conjunto de questionamentos ou itens de conformidade ao qual se deve apresentar uma investigação e resposta (seja de solução ou de opinião). Nesse sentido teríamos no Laudo Ergonômico um documento que responde todas as questões ergonômicas relativas à uma situação de trabalho. Em partes, pois na prática não é o que se abserva habitualmente.

Um “Laudo” geralmente é solicitado mediante uma solicitação do auditor fiscal do trabalho, quando encontrada alguma irregularidade, alguma situação de não conformidade. Aproxima-se mais do sentido de perícia.

Obviamente que sempre que um laudo é solicitado espera-se respostas a todos os itens observados, mas não necessariamente todos os itens que circundam uma situação de trabalho, atributos da Análise Ergonômica do Trabalho (AET).

O termo Análise Ergonômica do Trabalho ou Estudo Ergonômico demanda maior aprofundamento nas questões gerais dos postos ou situações de trabalho. Em tese, é o estudo das condições de trabalho que se precisa efetivar para atendimento à NR 17.

Esse tipo de análise tem suas raízes nas escolas francesas e belga e compreende basicamente as etapas de:

Análise da demanda –> entendimento daquilo que se pretende com o estudo, o alcance da ação.  Em geral nesta etapa, analisa-se os dados de afastamentos, doenças ocupacionais, queixas, jornada, análise do perfil da população trabalhadora entre outros;

Análise da tarefa –> a análise da tarefa, também conhecida por trabalho prescrito, é o estudo daquilo que a empresa projeta como ideal na situação de trabalho, incluindo suas normas e regras. Por meio desta análise avalia-se por exemplo as normas de produção, tempos de ciclo, indicadores de ruído, iluminação, temperatura, entre outros fatores. Em resumo, se avalia as condições oferecidas pela empresa aos trabalhadores;

Análise da atividade –> ponto central da análise ergonômica, busca compreender o trabalho como acontece de forma prática e recebe a denominação de trabalho real. Quanto maior o distanciamento entre tarefa e atividade, em geral maiores os custos e sofrimentos no trabalho. Nesta etapa, deve-se além de entender os riscos ergonômicos, qualificá-los e quantificá-los, conferindo um correto diagnóstico ergonômico;

Caderno de recomendações (encargos) –> como fase final do estudo projeta-se o caderno de recomendações, que compreende o plano de ação para correções das situações anormais verificadas. É de suma importância atribuir um plano real, dentro das condições prioritárias de mudança e que traga benefícios efetivos e progressivos.

Existem muitas formas e modelos de laudo ergonômico ou análise ergonômica do trabalho. Entretanto, a melhor maneira de promover transformações no ambiente de trabalho é compreendê-lo em sua excência e trazer para junto do estudo os trabalhadores, que são aqueles que conhecem profundamente as situações de trabalho e podem contribuir de maneira grandiosa para a construção de estudos de qualidade.

Fonte: http://www.topergonomia.com.br/ 

2 comentários:

Ana Karollina Araujo da Silva disse...

No começo do semestre, eu te mandei o meu material antigo de bioinorgânica, só para te ajudar, alguns meses depois, você resolveu comprar a dor dos outros e resolveu praticar linchamento virtual no grupo de duvidas do CAFAR, você não esperou nem o semestre acabar para se voltar contra mim. Me desculpa por ter te mandado o meu material antigo só para te ajudar, eu já deveria saber que você não presta.

Eu vou te contar na treta que você se meteu, a 3 anos atrás a Gabriela Santana Andrade viu que iria ficar reprovada em analítica 1. Teve uma semana que eu peguei um resfriado muito forte, eu cheguei a ficar com febre, então como a Gabriela não podia descontar a raiva dela na professora de analítica 1, a Gabriela resolveu descontar a raiva dela em mim, que estava doente. A Gabriela mandou a amiga dela do curso de pedagogia chamada Ana Beatriz Procession Guimarães entrar no grupo de analítica 1 se passando por uma tal de Simone. Naquele dia a Gabriela e a “Simone” ficaram me humilhando por causa de iniciação científica no grupo de analítica 1. A Gabriela ficou compartilhando com os amigos da atlética de farmácia, um áudio de eu tossindo e gritando que eu estava doente Gabriela. Foi nesse tipo de treta que você se meteu. Você é igualzinha a Ana Beatriz Procession Guimarães, você fica se metendo em problemas, que não são seus.

Eu sei tudo sobre você, eu achei o perfil no Instagram e no Linkedin:

https://www.instagram.com/karollina_04/

 

https://br.linkedin.com/in/ana-karollina-1a0233349

 

Mas também você é amiga do Guilherme de Sousa Barbosa. Ano passado, o Guilherme ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. O Guilherme nunca falou comigo na faculdade, a única vez que ele veio falar comigo é para ameaçar me bater. Depois que o Guilherme ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. A Camilly Enes Trindade, a Ana Clara Gomes de Oliveira, a Ana Carolina Vieira Metello, a Bruna Coelho de Almeida, a Giulia Amarante de Almeida Mussi da Silva, a Leticia de Sousa Albuquerque, o Nathan Genovez Dias de Fonseca e o Vinicius Gomes Gadini foram fazer queixinha sobre mim na coordenação da farmácia.

Por causa dessa queixinha, algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa, que nem me conhece, que nunca fez uma disciplina junto comigo e que já concluiu o curso de farmácia. Se esse FDP achou que iria me calar, ele pode ter certeza que ele não conseguiu, eu nunca vou me calar em frente às injustiças. Se esse FDP morasse aqui na minha rua, os traficantes já mandariam esse FDP subir até a boca de fumo. Os traficantes não gostam nada de gente, que faz as coisas para sacanear os outros. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.

A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.


Rejaine Santana Andrade disse...

Prezada mãe da Gabriela Santana Andrade, eu gostaria de dizer que a sua filha só passou em orgânica 1 porque eu dei cola para ela, depois que ela passou, ela se voltou contra mim e falou que passou sozinha. A Gabriela apenas me usou para passar em orgânica 1 depois que ela passou em orgânica 1, eu não tinha mais utilidade para ela. Então ela me jogou fora.

A 3 anos atrás, a Gabriela mandou a amiga dela chamada Ana Beatriz Procession Guimarães do curso de pedagogia entrar no grupo do Whatsapp de analítica 1 se passando por uma tal de Simone. Naquele dia a Gabriela e a “Simone” ficaram me acusando sem provas de ficar perseguindo as mulheres até o banheiro, de ficar cadastrando o número dos outros em site de imobiliária e de ficar atrapalhando os experimentos das mulheres da faculdade em química analítica 1. A Gabriela até falou que o pai dela era policial e que iria aparecer na minha casa para me levar para a cadeia.

Se essas mulheres realmente existissem, o correto seria essas mulheres procurar os seguranças do CCMN, a professora, a coordenação da farmácia ou a polícia. A Gabriela Santana Andrade não tem o direito de fazer justiça com as próprias mãos.

O cyberbullying funcionou, eu fiquei com medo dos amigos do curso de pedagogia da Gabriela se juntarem para me meter a porrada na faculdade, já que por causa das mentiras que a Gabriela inventou sobre mim, todo mundo estava acreditando que eu era o assediador de mulheres da faculdade. Se os amigos do curso de pedagogia da Gabriela Santana Andrade viessem me bater, eu nem iria saber quem iria me bater, já que eu não conheço pessoas de outros cursos diferentes do curso de farmácia. Eu até pensei em desistir da faculdade, por causa do cyberbullying e do medo que eu senti de apanhar na faculdade, mas eu não desisti. Afinal eu sou a vítima nessa história, se alguém tem que sair da faculdade é a Gabriela e não eu. Eu não pratiquei cyberbullying contra ninguém. Eu sempre tratei todo mundo com respeito.

Assim que eu descobri que a o curso de pedagogia ficava na praia vermelha, eu notei que a Ana Beatriz não iria sair da zona sul para ir à zona norte só para me bater. A Ana Beatriz é uma desocupada, que não tinha nada para fazer e foi arrumar confusão no curso dos outros, se ela tivesse um trabalhinho, ela não ficaria arrumando confusão no curso dos outros. Ficar praticando cyberbullying é coisa de gente que não tem uma ocupação na vida.

Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:

https://www.instagram.com/rejainepaulistinha/

 

https://br.linkedin.com/in/rejaine-santana-andrade-4a6111159

 

O pior é que nem adianta denunciar a atitude da Gabriela para a coordenação da farmácia, a coordenação da farmácia da UFRJ quer que todo mundo se forme como farmacêutico, nem que para isso a pessoa tenha que praticar cyberbullying contra os outros, igual a Gabriela fez comigo.

A Gabriela Santana Andrade é uma pessoa horrível.